quarta-feira, 20 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
MOSTRA DE DANÇA DA 6ª.CRE 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
A APLICABILIDADE DO PENSAMENTO FILOSÓFICO NA ARTE EDUCAÇÃO
Imaculada Conceição
É difícil falar a propósito da necessidade do estudo filosófico no âmbito da prática da arte educação sem tocar neste ponto essencial: de que essa necessidade não difere em nada da que podemos exigir para todas as ordens da realidade humana. Qualquer que seja a área de estudo, pesquisa ou ação, o pensamento filosófico e reflexivo é de suma importância.
A origem da filosofia confunde-se com a origem das primeiras indagações humanas (primeiras, porque essenciais) em suas tentativas de compreender o mundo, a realidade e, sobretudo, buscar um sentido para a própria existência.
O “papel” da filosofia (se formos procurar por uma “utilidade”: sempre tão exigida!) é o de contribuir através do exercício do pensamento, da reflexão e da crítica para que nos tornemos mais conscientes, não apenas de nosso próprio ser (i.e., nossa singularidade enquanto indivíduos, únicos e insubstituíveis), mas também de nosso fazer e de nossa inserção no mundo (o espaço sócio-histórico-cultural-etc. do qual fazemos parte), portanto, como sujeitos históricos, sociais e políticos que somos. Mas é especialmente na consciência de sermos integrantes de uma mesma comunidade: a comunidade humana (pessoas que têm direitos, mas também deveres, sobretudo éticos; pessoas que diferem em suas contextualidades e se assemelham por nossa humana origem comum), que o pensamento filosófico participa mais ativamente. Mas e quanto à educação em arte?
Toda atividade artística exige um pensar específico (o pensamento visual, o pensamento espacial, o pensamento musical etc.) e uma inteligência própria que o viabilize. Ora, quem duvida que um músico não precise de uma atividade intelectual para criar e executar suas composições musicais? Ou que arquitetos não aliem inteligentemente visualidade espacial, beleza e cálculos matemáticos para o sucesso e viabilidade de seus projetos? Ou que um perfumista não faça plenamente uso de suas faculdades mentais para aliar conhecimentos de química com o prazer sensível de suas misturas aromáticas? Ou que um desenhista industrial não precise de uma inteligência matemática e de um atento senso comum para aliar prazer estético, praticidade e utilidade? O fazer artístico depende de um pensamento reflexivo capaz de conectar elementos diversos pertencentes às nossas múltiplas faculdades (capacidades), tais como o entendimento, a imaginação, a sensibilidade etc.(2)
Certo, nossos alunos não são - ao menos ainda e talvez nunca pensem mesmo em ser - artistas plásticos, músicos, paisagistas, dramaturgos, estilistas, escritores, cenógrafos, cineastas, fotógrafos, dançarinos etc. Aliás, não é objetivo da arte na escola fundamental formar artistas e/ou críticos de arte; mas oportunizar o exercício do fazer/pensar/julgar/experimentar arte (numa compreensão de suas contextualizações). O que eu quero sublinhar aqui é que o exercício do fazer artístico não difere muito do de um profissional para o de um “amador” (alguém que só faz por hobby ou pelo simples prazer de fazer gratuitamente), assim como não mais para o de nossos alunos.
Pode-se pensar mal. Ou pode-se agir irrefletidamente (i.e., sem uma reflexão consciente das causas que originaram os nossos atos ou das conseqüências que eles terão). Pode-se negligenciar a conexão essencial entre o pensar e o agir; mas não se pode evitá-la (ao menos enquanto em pleno uso de nossas consciências). O mais simples fazer exige alguma forma de pensamento e uma inteligência específica que o acompanha. O mais elementar ato de pensamento exige uma ação que se executa no próprio ato de pensar; ou, em um nível mais elaborado, no construir-se como forma aplicada de pensamento (como obra, método, fala, informação, comunicação etc.), i.e., sua aplicação (realização) na ordem do real; ou, em uma etapa ainda mais completa (e complexa): na transformação da ordem do mundo e da vida.

(2) e (3) KANT, I. Crítica da Faculdade do Juízo – a terceira Crítica kantiana, onde o filósofo aborda o pensamento estético.
domingo, 8 de agosto de 2010
SOBRE O PLANEJAMENTO DE ARTES VISUAIS
Profa. Imaculada Conceição
Há alguns anos, decidi substituir o planejamento curricular por séries por um planejamento único. O que causou certa curiosidade entre os colegas que queriam saber se o trabalho assim não ficaria “repetitivo”. Foi pensando numa resposta que preparei este texto, escrito inicialmente em 2003, e que, com algumas modificações, passou então a acompanhar, em anexo, meu planejamento anual da escola.
Há uma frase, cuja autoria desconheço, que li numa revista (já fora de circulação) editada pelo CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), Veredas (2003), que diz: “Todo grande artista um dia foi pequeno”. Essa frase "identifica" meu projeto de trabalho. Não que ele se volte para a formação de pequenos artistas, afinal essa não é nem de longe a proposta do ensino das artes na educação fundamental. O que quero dizer é que assim como todo artista começa com os mesmos elementos básicos da construção da visualidade e vão “progredindo” em seu uso, também nossos alunos precisam partir do uso e do conhecimento desses mesmos elementos básicos e, ao se apropriarem deles, irem progredindo em seu uso.
Os projetos desenvolvidos pela escola (ou pela Rede) a cada ano letivo são integrados ao planejamento de base, assim, a diversidade entra através de várias formas de propostas de trabalho com as turmas. Propostas que se delineiam a partir das mais diferentes situações.(1)
Neste planejamento (único) de base, enfoco elementos essenciais das artes visuais, dos quais os artistas (e qualquer pessoa que se veja diante de uma criação visual) trabalham constantemente, como, p.ex., cor, forma, proporção, luz/sombra, espaço/tempo, movimento; a matéria usada, o suporte, as técnicas etc. Enfoco, ainda, os modos de ver as artes visuais, a compreensão dos estilos artísticos, dos gêneros de composição etc. Por se tratarem de elementos pertinentes a toda criação visual, estes são lançados logo nos períodos iniciais e rememorados até a última etapa do ensino fundamental. Um dos motivos de rememorar, além de uma maior vivência com esses elementos essenciais das artes, é que todo ano nos chegam muitos alunos novos que nunca estudaram arte e tudo é novidade.
Vejo como essencial também o conhecimento do percurso histórico da arte. No entanto, como os períodos (Renascimento, Barroco, Modernismo etc.) já são estudados nas aulas de História, dou-me à liberdade de trabalhar independente destes. Assim, priorizo um enfoque global.
Desde a etapa inicial de meu trabalho com os alunos, deixo claro que as artes (no caso, as visuais) tiveram todo um percurso de criação durante a longa história dos humanos sobre a face da Terra. E que toda criação artística recebe influência não apenas dos períodos históricos, mas também de motivos pessoais (subjetivos) daquele(s) que concebe(m) e cria(m) a obra, do meio sócio-econômico-político-religioso etc. Enfim, que uma infinidade de motivos pode originar o acontecer da arte.
Vejo ainda como importante que os alunos comecem por conhecer o que é considerado atualmente arte; não apenas nas chamadas artes plásticas, mas nas artes visuais de um modo geral (o design industrial, a programação visual, a computação gráfica etc.), além de lembrá-los que existe uma infinidade de outras artes (como a música, o teatro, o cinema, a literatura etc.), visto que as ditas “artes plásticas” (cuja matéria leciono) mantêm no mundo contemporâneo um intercâmbio, melhor, uma forte interação com as diferentes linguagens artísticas.
“Todo grande artista um dia foi pequeno” – quer dizer, todo artista começa com os mesmos elementos e vão “progredindo” em seu uso - de modo que a palavra “pequeno” tem dois sentidos, duas interpretações: um dia este foi criança ou adolescente (como nossos alunos agora) ou um dia, em início de carreira, este não era ainda um “grande artista” -. Para que os alunos não tenham as mesmas dúvidas que alguns colegas professores têm em relação ao planejamento único, procuro explicar-lhes que em toda criação plástica eles sempre farão uso destes elementos básicos das artes visuais. E se “não fica repetitivo” é que, a cada novo ano, de acordo com os projetos trabalhados pela escola, seleciono como ponto de partida para as propostas reflexões, criações e uso dos conceitos artísticos e/ou artistas ou obras de artes “inéditos” aos olhos dos alunos. O mundo das artes é amplo - sua história remonta aos primeiros passos da humanidade ainda na Pré-história e está sempre se renovando!
Uma mesma proposta trabalhada – ou iniciativa dos alunos - terá diferentes respostas conforme o nível turma - sobretudo se houve ou não a oportunidade de uma vivência em artes em todas etapas anteriores. O que muda na aplicação prática é o grau de complexidade na abordagem, no pensar, no fazer e vivenciar a arte.
Gosto de lembrar o seguinte acontecimento. Certa vez, um grupo de alunos, quando esses estavam na então 6ª série (atual 7o. ano), já tendo terminado as atividades propostas, para não ficarem “à toa”, sentaram-se juntos e tiveram a iniciativa de (re)construir uns desenhos inspirados num famoso desenho-animado japonês, em que eles disseram ser uma “evolução” (tal como esses bonecos sofriam nos programas exibidos pela TV na época) - porém, no caso, uma “evolução” especialmente criada por eles. Ao me entregarem suas produções, me prometeram uma nova “evolução” para o próximo ano: o que cumpriram! Eu havia guardado os trabalhos e pude constatar com eles que, de fato, esses desenhos eram mesmo uma “evolução”! Já que, além das características (as “mutações”) criadas para os bonecos, a ousadia dos traços, a inteligência das formas, a ocupação espacial, o uso criativo da cor, dentre outros elementos essenciais da visualidade estavam bem mais trabalhados. As criações dos alunos realmente “evoluem”, se “aprimoram” com o tempo (melhor seria dizer se “diferenciam” das etapas anteriores de sua formação e desenvolvimento humano-temporal-cultural-etc.), mas, os elementos básicos da construção visual “permanecem” – assim ao menos dentro de nossa cultura - caberá a eles (nossos “pequenos”), depois de se familiarizarem com seu uso (i.e., aprenderem pela repetição criativa, apropriação dos fazeres e saberes e o pensar reflexivo), um dia (quem sabe?), tudo mudar, transformar!
NOTAS:
(1) P.ex., a partir de um e-mail que recebi sobre as polêmicas em uma das Bienais de SP é que tive a ideia de trabalharmos “sticker art”(*); já em outra ocasião, uma série de fatores como, uma exposição de jovens artistas contemporâneos no MAM-RJ e uma outra no CCBB-RJ sobre a arte cinética de Mary Vieira, um livro de Onfray – A Razão Gulosa - , um projeto da Rede ligado ao programa nutricional “Cinco ao Dia” – de incentivo ao consumo de frutas, legumes e verduras ao menos cinco vezes ao dia -, etc. – levou-me à proposta de trabalharmos “eat art” (ainda pretendo postar - em "Histórico de Arte da Mario" - sobre este trabalho realizado em 2005); ou, mais recentemente, as oficinas de Animação que fiz (AnimaEscola/Animamundi e as da MultiRio) resultaram em uma série de propostas inserindo a linguagem do cinema de animação nas aulas regulares de artes(**) - etc.
(*)Ver link: http://artemariopiragibe.blogspot.com/2010/05/joao-candido-e-revolta-da-chibata.html
(**)Ver tag "Animação" no blog do Núcleo de Arte Grande Otelo: http://nucleodeartegrandeotelo.blogspot.com/search/label/Anima%C3%A7%C3%A3o Algumas das animações tiveram a participação de trabalhos produzidos por nossos alunos nas aulas "regulares" de artes (como, p.ex., alguns dos folioscópios e flipbooks): ver "ANIMAÇÃO TRASH: NOSSAS PRIMEIRAS EXPERIÊNCIAS - PARTE I": http://nucleodeartegrandeotelo.blogspot.com/2009/10/as-animacoes-de-nossos-alunos-estao-na.html
domingo, 11 de julho de 2010
MEGAFONE NA ESCOLA-2

OLÁ! ENQUANTO NÃO POSTAMOS AQUI AS FOTOS MAIS RECENTES DO PROJETO MEGAFONE NA (NOSSA) ESCOLA...
QUE TAL VISITAR A PÁGINA DO ORKUT QUE O PESSOAL DO MEGAFONE - PÓLO 3 (6a.CRE) CRIOU?
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=300874695808659977
NOS SCRAPS, HÁ FOTOS DE NOSSA ESCOLA!
VALE CONFERIR! :)
http://www.orkut.com.br/Main#Scrapbook?rl=mo&uid=300874695808659977
FICAMOS SABENDO HOJE, PELA COMUNDADE DO ORKUT "MEGAFONE NA ESCOLA" http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=101469556 QUE SAIU UMA MATERIA NO JORNAL O GLOBO SOBRE O PROJETO: http://oglobo.globo.com/rio/rioelegal/mat/2010/07/10/projeto-megafone-na-escola-conta-com-ajuda-de-alunos-para-identificar-problemas-do-ensino-fundamental-917119006.asp
MAIS INFORMAÇÕES NO BLOG DO MEGAFONE NA ESCOLA: http://www.megafonenaescola.blogspot.com/
OU NO SITE: http://www.desiderata.otg.br/
VISITEM AINDA NOSSA OUTRA POSTAGEM: http://artemariopiragibe.blogspot.com/2010/05/megafone-na-escola_27.html
FOTOS: Profa. Imaculada Conceição
Postado por Imaculada Conceição
quinta-feira, 8 de julho de 2010
PROF. RAFAEL ESCREVE SOBRE A COPA!
COPA DO MUNDO, NÃO NA TV

Rafael Rossi (*)
A Copa do Mundo 2010 foi a Copa das zebras. Apesar disso, no fim, nenhuma grande surpresa: nem a disciplina, nem a habilidade e o talento fizeram alguma diferença nesse Mundial. Terminadas as quartas de final, o mesmo velho futebol europeu retoma sua hegemonia e uma Alemanha, melhor que a de outros tempos é verdade, mas ainda assim o futebol alemão da tática e da técnica sem nada de verdadeiramente extraordinário. A Copa do Mundo segue sem Messi e Robinho para dar brilho há uma competição que já faz muito tempo que é dominada pelos interesses do mercado.
É triste ainda ver a derrota da equipe de Dunga e ter que ouvir a Globo dizendo triunfante: “Nós avisamos!”. A Rede Globo torceu o tempo todo contra a seleção e isso porque não podia controlá-la. Essa não foi uma seleção marcada pelo futebol bonito, pelo futebol arte. Mas também não era a seleção tetracampeã de Parreira, nem a pentacampeã de Felipe Scolari. Dunga, como técnico da seleção brasileira, ganhou a Copa América, a Copa das Confederações, o primeiro lugar nas Eliminatórias da Copa do Mundo, o bronze olímpico e chegou com a seleção até as quartas de final da Copa do Mundo, assim como a poderosa Argentina de Maradona e Messi. Então, por que críticas tão contundentes a Dunga? Porque foi ele que ainda como capitão da seleção brasileira não concordava com a interferência de grandes empresas como a NIKE. Basta lembrar que diante da convulsão de Ronaldinho Fenômeno e da escalação de Edmundo em seu lugar, ele defendeu que Edmundo jogasse, quando Zagallo teve que voltar atrás e escalar o Ronaldinho, mesmo sem condições, porque ele era o garoto-propaganda da NIKE. Como técnico, Dunga se enfrentou com a Rede Globo que quer escalar o time, o técnico, ter entrevista exclusiva, ou seja, mandar na seleção. E quando não consegue o que quer, esta emissora, antiga aliada da ditadura militar, boicota e forma a opinião pública, manipulando a informação e usando da repetição, colocando em todos os seus programas, tenham ou não a ver com aquele tema, aquele assunto, a mesma mensagem. O atual técnico do Brasil também barrou os jogadores mercenários, que só jogam pelos seus clubes na Europa, ganhando milhões de dólares, e só vão para a Copa do Mundo para exibir o seu talento e valorizar o seu passe. Em tempos em que o mercado e sua lógica dominam também o mundo do esporte, exigir comprometimento, amor à camisa, espírito de equipe não é secundário. Todos os jogadores, que jogando bem ou mal, inegavelmente, lutaram até o fim no jogo contra a Holanda, disseram a mesma coisa, que estavam todos tristes no vestiário, o que é muito bom, pois evidencia que estava a equipe inteira disposta a vencer realmente. E isto deve ser ressaltado.
Então, por que, apesar disso tudo, tanta comoção entre os brasileiros. Simples: porque tudo que nós temos é o futebol. Nós vivemos num país miserável, onde poucos têm muito e a grande maioria se vira como pode. Um salário-mínimo de miséria de pouco mais de 500 reais e uma Bolsa-Família que não garante uma vida digna aos milhões de brasileiros que vivem na mais absoluta miséria, porque não têm moradia, emprego, saúde, educação e um salário que garanta a sobrevivência e muito menos o acesso a bens culturais e lazer, são a triste realidade dos brasileiros. No esporte não é diferente. O Brasil não é o país do esporte, é o país do futebol. Tanto que quando tem Olimpíada é sempre um fiasco. Voltamos para casa com meia dúzia de medalhas de bronze e uma ou outra de prata e ouro. Não existe investimento do Estado no esporte. Então, tudo que temos é o futebol. E o brasileiro deposita todas as suas esperanças, projeta todas as suas expectativas no sonho de ser campeão mundial de futebol para dizer ao mundo: “Nisso nós somos melhores que vocês! Nossos políticos são corruptos, nossas escolas não têm professores, nossos hospitais e postos de saúde não têm médicos e remédios e nós morremos nas filas dos hospitais públicos, nós vendemos soja, carne e suco de laranja no mercado mundial e importamos os seus computadores, mas somos os melhores com a bola no pé!”. É triste. E a mídia manipula e faz do nosso futebol, motivo de grande orgulho, um verdadeiro “pão e circo”. Toda quarta e domingo tem futebol na telinha da Rede Globo, logo depois da novela e durante o Domingão do Faustão e ficamos parados diante da TV, ouvindo o Galvão Bueno e esperando que o próximo gol possa nos redimir do nosso destino de fracassos e frustrações.
Rafael Rossi, professor de História de nossa escola e mestrando em História pela UFF
(*) Publicado originalmente no Recanto das Letras em 03/07/2010 http://recantodasletras.uol.com.br/cronicas/2356545
Origem das imagens: Bandeira (Google); mascote: pintura de alunos da E.M. Mario Piragibe
NOTAS com sugestões de textos sobre a Copa em: http://imaculadacon.blogspot.com/2010/07/um-texto-sobre-copa-do-mundo.html











