segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

CHÁ DE BEBÊ DA MAMÃE PROFª ALINE! :)



Na quinta-feira, 07 de dezembro de 2012, durante o intervalo do turno da tarde, aconteceu uma deliciosa confraternização, o "Chá de bebê" da mamãe profª Aline Pimentel. Alguns registros...






quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O CARRO DA SUSTENTABILIDADE: Oficina Itinerante de Fotografia do Prof. Eduardo



O professor Eduardo, do PET (Pólo de Educação para o Trabalho) Antenor Nascente, está com uma Oficina de Artes e Fotografia em nossa escola., E.M. Mario Piragibe.

Durante a I U.E.xpondo 6ª CRE 2012, ele apresentou os primeiros resultados de sua oficina: propostas de trabalhos levando em conta a questão da sustentabilidade (discutida este ano na Rio+20).

As palavras a seguir, postadas junto com as fotos, são do próprio prof. Eduardo...




TÍTULO:  O CARRO DA SUSTENTABILIDADE


O OBJETIVO DA EXPOSIÇÃO FOI O DE CRIAR UMA IMAGEM NA CARROCERIA DE UM CARRO QUE REPRESENTASSE A FILOSOFIA DA SUSTENTBILIDADE. 




SERIA UM CARRO SE LOCOMOVENDO PELA CIDADE ALERTANDO AS PESSOAS SOBRE A QUESTÃO DE SE REFLETIR E REPENSAR COMO ESTAMOS TRATANDO O PLANETA TERRA.






NO POLO ESSE TRABALHO FOI FEITO COM DESENHO , E NA MARIO PIRAGIBE FIZEMOS COM COLAGEM E DESENHO .








NOTAS:
(1) Blog do Prof. Eduardo: Oficina de Fotografia: http://oficinadefotografiaartesvisuais1.blogspot.com.br/
(2) Blog PETAN (PET Antenor Nascente): http://petanrj.blogspot.com.br/


Postado por Imaculada Conceição M. Marins

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Comemoração do Dia do Professor 2012



No dia 24/10/2012, depois do Centro de Estudos, aconteceu o almoço de confraternização do Dia dos Professores! A seguir, alguns registros...







Postado por: Imaculada Conceição M. Marins

domingo, 1 de julho de 2012

Ainda no Clima da Rio+20. Um Texto para Refletir, de Leonardo Boff...


Insuficiências conceituais da Rio+20


O que espanta é que o documento final e o rascunho não mostram nenhum sentido de autocrítica. Não se perguntam por que chegamos à atual situação, nem percebem, claramente, o caráter sistêmico da crise. Aqui reside a fraqueza teórica e a insuficiência conceitual deste e, em geral, de outros documentos oficiais da ONU.


Leonardo Boff


Não corresponde à realidade dizer que a Rio+20 foi um sucesso. Pois não se chegou a nenhuma medida vinculante nem se criaram fundos para a erradicação da pobreza nem mecanismos para o controle do aquecimento global. Não se tomaram decisões para a efetivação do propósito da Conferência que era criar as condições para o “futuro que queremos”. É da lógica dos governos não admitirem fracassos. Mas nem por isso deixam de sê-lo. Dada a degradação geral de todos os serviços ecossistêmicos, não progredir significa regredir.


No fundo, afirma-se: se a crise se encontra no crescimento, então a solução se dá com mais crescimento ainda. Isso concretamente significa: mais uso dos bens e serviços da natureza o que acelera sua exaustão e mais pressão sobre os ecossistemas, já nos seus limites. Dados dos próprios organismos da ONU dão conta que de desde a Rio 92 houve uma perda de 12% da biodiversidade, 3 milhões de metros quadrados de florestas foram desmatados, 40% mais gases de efeito estufa foram emitidos e cerca da metade das reservas de pesca mundiais foram exauridas.


O que espanta é que o documento final e o rascunho não mostram nenhum sentido de autocrítica. Não se perguntam por que chegamos à atual situação, nem percebem, claramente, o caráter sistêmico da crise. Aqui reside a fraqueza teórica e a insuficiência conceitual deste e, em geral, de outros documentos oficiais da ONU. Elenquemos alguns pontos críticos.

Os que decidem continuam dentro do velho software cultural e social que coloca o ser humano numa posição adâmica: sobre a natureza como o seu dominador e explorador, razão fundamental da atual crise ecológica. Não entendem o ser humano como parte da natureza e responsável pelo destino comum. Não incorporaram a visão da nova cosmologia que vê a Terra como viva e o ser humano como a porção consciente e inteligente da própria Terra com a missão de cuidar dela e garantir-lhe sustentabilidade. Ela é vista tamsomente como um reservatório de recursos, sem inteligência e propósito.


Acolheram a “grande transformação”(Polanyi) ao anular a ética, marginalizar a política e instaurar como único eixo estruturador de toda a sociedade a economia; de uma economia de mercado passou-se a uma sociedade de mercado, descolando a economia real da economia financeira especulativa, esta comandando aquela. Confundiram desenvolvimento com crescimento, aquele como o conjunto de valores e condições que permitem o desabrochar da existência humana e este como mera produção de bens a serem comercializados no mercado e consumidos.

Entendem a sustentabilidade como a maneira de garantir a continuidade e a reprodução do mesmo, das instituições, das empresas e de outras instâncias, sem mudar sua lógica interna e sem questionar os impactos que causam sobre todos os serviços ecossistêmicos. São reféns de uma concepção antropocêntrica, quer dizer: todos os demais seres somente ganham sentido na medida em que se ordenam ao ser humano, desconhecendo a comunidade de vida, também gerada, como nós, pela Mãe Terra. Mantém uma relação utilitarista com todos os seres, negando-lhes valor intrínseco e por isso como sujeitos de respeito e de direitos, especialmente o planeta Terra.


Por considerar tudo pela ótica do econômico que se rege pela competição e não pela cooperação, aboliram a ética e a dimensão espiritual na reflexão sobre o estilo de vida, de produção e de consumo das sociedades. Sem ética e espiritualidade, nos fizemos bárbaros, insensíveis à paixão de milhões de milhões de famintos e miseráveis. Por isso impera radical individualismo, cada país buscando o seu bem particular por em cima do bem comum global, o que impede, nas Conferências da ONU, consensos e convergências na diversidade. E asssim, hilariantes e alienados, rumamos ao encontro de um abismo, cavado por nossa falta de razão sensível, de sabedoria e de sentido transcendente da existência.


Com estas insuficiências conceituais, jamais sairemos bem das crises que nos assolam. Este era o clamor da Cúpula dos Povos que apresentava alternativas de esperança. Na pior das hipóteses, a Terra poderá continuar mas sem nós. Que Deus não o permita, porque é “o soberano amante da vida” como atestam as Escrituras judaico-cristãs.

Leonardo Boff é teólogo e escritor.


Imagens: cenas das animações criadas nas aulas de artes visuais, ptofª Imaculada Conceição, turma 1802, sobre a Conferência Rio+20: http://artemariopiragibe.blogspot.com.br/2012/06/vinhetas-anunciando-rio20-alunos-da.html -
http://imaculadacon.blogspot.com.br/2012/06/no-clima-da-rio20.html


(*) Postado por Imaculada Conceição M. Marins [texto reproduzido da página de Carta Maior: http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=5662


terça-feira, 19 de junho de 2012

NO CLIMA DA RIO+20..."O Futuro que Queremos"

Vinhetas anunciando a Conferência Rio+20...
Realização dos alunos de nossa escola!

RIO+20 - O Futuro que Queremos (I)  

 RIO+20 - O Futuro que Queremos (II)



RIO+20 - O Futuro que Queremos (III)

 AINDA...

POLUIÇÃO, NÃO!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

NOSSA ESCOLA NO GREEN NATION FEST!



Olá! A Animação de nossos alunos da E.M. Mario Piragibe/6ªCRE, "Poluição, Não!", de 2010, foi aprovada no GREEN NATION FEST e está liberada para júri popular. Assistam (dura apenas um minuto - incluindo breve making off) e não deixem de votar! O link é: http://www.greennationfest.com.br/pt/obra/1359/Imaculada-Concei-o-Manh-es-Marins/POLUI-O-N-O

COMO VOTAR? Cliquem nas palavras a seguir (para entrar no site): "Green Nation Fest: 'Poluição, Não!'"; ao entrar, logo abaixo do vídeo, tem uma barra verde escrita: "vote nesta obra", ao clicar nela, aparece um espaço para colocar o nome (pode ser abreviado) e o e-mail, depois é só clicar na barrinha verde: "votar"! Aproveitem e visitem as outras obras concorrentes (pode-se votar em quantas obras quiser!)!

   
POLUIÇÃO, NÃO! (versão Green Nation Fest):
 Vídeo-animação, em stop-motion (recortes), com material reutilizado de outras animações feitas nas aulas de artes, realizado por alunos do ensino fundamental II da E.M. Mario Piragibe/6ªCRE-RJ (profª Imaculada Conceição), 2010. Extra: breve making off da oficina.