Mostrando postagens com marcador Intervenção Urbana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Intervenção Urbana. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de maio de 2010

JOÃO CÂNDIDO E A REVOLTA DA CHIBATA (proposta: Sticker Art/Intervenção)


[HISTÓRICO DE ARTE DA MARIO]

[ Aproveitando que hoje comemoramos o Dia Nacional contra o Racismo - e a Lei Aurea que aboliu a escravidão em 1888 - e neste ano de 2010, o centenário da Revolta da Chibata, vou postar aqui o trabalho que realizei com minhas turmas nas aulas de artes visuais no ano de 2008, quando o marinheiro João Cândido foi finalmente anistiado - mas, infelizmente, sem ter sido incorporado pos mortem à Marinha do Brasil - e sua estátua inaugurada na Praça XV, Centro do Rio. ]

Nossa visita ao monumento em memória do marinheiro João Cândido (2008)

" 'STICKER ART' – FRAGMENTOS DA HISTÓRIA:
João Cândido e a Revolta da Chibata"
Proposta de Artes visuais 2008 (texto do relatório final)



O marinheiro João Cândido em massinha de modelar

Para este ano (2008), escolhemos como tema das propostas desenvolvidas em artes visuais um evento de nossa história, ocorrido em 1910, na cidade do Rio de Janeiro, com repercussão nacional e uma grande mudança provinda da coragem de homens simples, trabalhadores, que de uma posição subalterna tiveram a coragem de grandes líderes: “A Revolta da Chibata” – como ficou conhecido o levante dos marinheiros, liderado por João Cândido, filho de ex-escravos - como a maioria de seus colegas marujos -, que até então recebiam castigos físicos por faltas cometidas no exercício de seus trabalhos na Marinha – isso num Brasil republicano e já livre da escravidão! Os castigos físicos foram abolidos da Marinha do Brasil e o marinheiro João Cândido recebeu a alcunha histórica de Almirante negro!

Lápis de cor sobre papel A4 (escaneado e impresso em papel etiqueta)


Para se instruírem sobre os fatos, os alunos foram incentivados a pesquisar na Internet e/ou na Sala de Leitura, e a levarem para a sala de aula o material obtido (parte dessas pesquisas - reproduções de fotos da época, desenhos que os alunos fizeram para ilustrar seus textos ou para a capa dos trabalhos - foi posteriormente transformada em stickers).




Capa de uma das pesquisas sobre o episódio realizadas pelos alunos

criação c/cola plástica: a foto foi impressa em papel etiqueta

Para enriquecer suas informações, os alunos assistiram na escola o vídeo “Memórias da Chibata”, de Marcos Marins (http://www.memoriasdachibata.com.br/ ) e ouviram a música “O Mestre Sala dos Mares” (inclusive, conheceram as duas versões da letra da música: a primeira, que foi censurada - o Brasil vivia então mum regime militar opressor! - e a segunda, que é a atual letra da música -, e puderam observar quais palavras e expressões foram substituídas por "recomendação" da censura!), de João Bosco e Adir Blanc, de onde criaram tanto trabalhos em grupos como individuais em diversas linguagem e técnicas das artes visuais.

Desenho com lápis de cor e canetinha hidrocor

O material utilizado foi o disponível numa sala de aula convencional: papel A4, lápis de cor, hidrocor, giz de cera, tinta guache, as colagens (com materiais cotidianos: feijão, arroz, café, palha de aço... - (*1)ver nota em "REFERÊNCIAS ARTÍSTICAS" - ) etc.


Pó de café, palha de aço e tinta guache sobre papel
Detalhe do trabalho acima: as fotos foram impressas em sticker

Feijão e tinta guache sobre papel

Experimentamos também uma animação em stop motion – com massinha - sobre o tema "João Cândido e a Revolta da Chibata" (já que este ano trabalhamos em sala de aula algumas técnicas elementares do cinema de animação: folioscópio, flip book, taumatrópio etc);


Alunos modelando um encouraçado em massinha (fotogramas da animação viraram stickers)


Chibatadas (massinha para a animação em stop motion)

Nossa dúvida: Como apresentar na Mostra de Artes o trabalho realizado em sala de aula? Até então, só tínhamos pensado nas pesquisas, desenhos, pinturas, colagens e na (tentativa) de animação... Cheguei a sugerir que os alunos pensassem em grupos uma forma de intervenção direta no espaço (tipo "site especific" que eles já tinham visto numa exposição no MAM-RJ), mas as sugestões não estavam conseguindo abranger todo o processo de trabalho realizado durante o ano...



Alunas colando os stickers

A animação, por dificuldades técnicas, não pode ser editada a tempo!

Encouraçado da Marinha da época de João Cândido (massinha)

Este ano de 2008, a Bienal Internacional de São Paulo abriu espaço para artes não habituais nos espaços formais de exposição, mas bastante comuns nas ruas das cidades. Eu havia recebido um e-mail sobre as polêmicas da Bienal. Pesquisei na internet e levei as propostas para os alunos. Nos decidimos então pela “Sticker Art”: arte com etiquetas, adesivos, ou seja, uma arte em papel para ser colada. O sticker é uma arte tipicamente de intervenção urbana (Arte urbana), onde os artistas intervêm nos espaços das ruas, invadindo – "atacando", expressão comum no meio - os espaços urbanos, onde colam seus trabalhos.

Alunos decidindo como irão colar os stickers



Assim, foram feitas reproduções (com o uso do scaner e da câmera fotográfica) de algumas das imagens produzidas pelos alunos (individual ou coletivamente) sobre o tema, depois impressas em folhas de papel etiqueta e recortadas com o objetivo de serem coladas nos espaços da Mostra.





Um grupo de alunos (das turmas de 6o. ao 9o. ano que participaram da proposta) ocupou uma das paredes do CIEP General César Augusto Sandino/6a.CRE no dia da abertura da Mostra.





O objetivo da proposta de intervenção foi juntar um evento marcante de nosso passado histórico, A Revolta da Chibata, ocorrido na cidade e época de Machado de Assis(*2), com uma manifestação da arte contemporânea, Sticker Art – esta fragmentada forma de arte efêmera.
(*2)A Mostra ("Leituramani@") tinha como tema "O Rio de Machado".

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: “STICKER ART”:

ARTE DE INTERVENÇÃO NOS ESPAÇOS URBANOS
COM USO DE ETIQUETAS / ADESIVOS (STICKERS).
Desenho à lápis de cor sobre A4, escaneado e impresso em papel etiqueta (sticker)


ARTE COMPORTAMENTAL URBANA. COLETIVA (PONTUADA
DE SINGULARIDADES).



NÃO POSSUI UMA TÉCNICA APURADA... A GALERIA É A RUA


“A rua é a inspiração e a tela, ao mesmo tempo. O sticker não exige uma técnica muito apurada do autor.” [...] “Quanto ao conteúdo, pode ser qualquer coisa: anti, pró, contra, a favor ou muito antes pelo contrário. No fim das contas é somente um meio, cada um coloca ali o que quiser" [...] “Defendo o uso das ruas como uma galeria democrática” - declara um artista sticker em depoimento na net!(*3)



(*3)Referências bibliográficas: http://www.grupoarac.com/
REFERÊNCIAS ARTÍSTICAS:
(*1)Além de Sticker art, trabalhamos a obra de Vik Muniz, onde os alunos experimentaram materiais cotidianos para criarem algumas de suas visualidades dentro do tema.


João Cândido: feijão e arroz (trabalho de aluno inspirado na obra de Vik Muniz): uma alimentação digna era uma das reivindicações dos marinheiros da Revolta da Chibata


(*4)VIK MUNIZ


STICKER ART

(*4)Referências Bibliográficas: MUNIZ, Vik. REFLEX: Vik Muniz de A a Z. Sâo Paulo: Cosac Naify, 2007.



Vejam mais fotos da intervenção no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=7947668515154928617&aid=1227193649
Nota: Fiz algumas modificações no texto original do relatório.
Profa. Imaculada Conceição

domingo, 9 de maio de 2010

MÃE TERRA






(HISTÓRICO DE ARTE DA MARIO)

[ Aproveitando que hoje comemoramos o DIA DAS MÃES, achei interessante postar este texto que escrevi com o objetivo de trabalhar com meus alunos da Mario Piragibe a questão do uso consciente de energia, sustentabilidade, consciência ambiental etc. e que resultou numa série de trabalhos visuais (entre 2006 e 2007), desde desenhos, pinturas, histórias em quadrinhos até uma interessante intervenção na fachada da escola e o vídeo "Terra Mãe". A colega Ezir, de Ciências (e principal responsável, por muitos anos, pela Feira Integrada da Mario), havia partilhado conosco, professores e alunos, uma proposta interessante, CONPET* (projeto patrocinado pela Petrobras/Ministério de Minas e Energia visando o consumo sustentável de energia). Foi a partir do material impresso do CONPET, gentilmente emprestado pela profa. Ezir, que eu produzi este texto base para minhas turmas do 2o. segmento do ensino fundamental (5a. a 8a. séries/que correspondem aos atuais 6o. - 9o. anos).
É preciso lembrar que não temos na escola uma sala ambiente, um atelier ou oficinas de artes: todo trabalho foi realizado no espaço/tempo convencional das aulas regulares e com materiais elementares. Como pretendo, neste ano de 2010, reapresentá-lo a meus alunos - já que estamos (re)trabalhando estas questões na escola... Fica como uma prévia dos novos trabalhos que logo postarei. As imagens aqui ilustradas são de trabalhos realizados na ocasião (2006/2007). Na época, eu sequer tinha uma câmera digital: as fotos e os trabalhos foram todos escaneados. ]


ARTE PELA SUSTENTABILIDADE: USO CONSCIENTE DE ENERGIA



O que é energia? É uma medida física. Não ajudou muito? Certo, é difícil explicar esse conceito. Vale cobrar de seu professor de Ciências, assim você vai entender melhor. Mas o que eu vou falar aqui sobre energia todo mundo sabe um pouco (mesmo quem nunca estudou Física). Quer ver? Qual a principal fonte de energia dos seres vivos que habitam o planeta Terra? Aposto que todo mundo pensou no sol. É isso mesmo. Todos nós (gente, bicho, planta...) precisamos da energia solar para viver. Uma planta, se nunca recebe a luz solar, começa a definhar, a murchar e morre. Quem não sabe? E a energia que nos faz correr, trabalhar, estudar, competir nos jogos esportivos, viver com muita disposição vem de onde? Quem não sabe que vem dos alimentos que nos dão energia? Se uma pessoa parar de se alimentar ela vai começar a perder energia, e vai perder até começar a morrer... Quanto mais “energético” são os alimentos mais disposição temos para nos movimentar física e mentalmente. Enfim, tudo que faz o mundo rodar, mexer, se movimentar, andar, produzir, criar, trocar, consumir, respirar, viver etc. precisa das fontes de energia.


A energia não foi inventada em laboratório. Ela já se encontra na Natureza. E quando o homem surgiu na Terra, ela já sustentava tudo por aqui. O homem só precisou se apropriar dela. Saber usá-la. Dominá-la. Conservá-la. Preservá-la. E, sobretudo, retrabalhá-la (transformá-la). O sol (energia solar), o vento (a energia eólica que move os moinhos), as quedas d’água (a energia hidráulica que move, por exemplo, as hidrelétricas que fazem a luz que temos em nossas casas, escolas, ruas...), a combustão, o fogo, que produz energia térmica, assim como o carvão (vegetal ou mineral) e o gás natural, a energia atômica (dos átomos), o petróleo etc. Já tá tudo aí na Natureza. O que os cientistas fazem, no caso de algumas fontes energéticas, é se apropriar das energias naturalmente encontradas na Natureza (fontes primárias de energia) e “transformá-las” em novas fontes de energia (fontes secundárias de energia); como, por exemplo, o querosene (que acende as lamparinas e lampiões), o óleo diesel (que move os ônibus), a gasolina (que move os carros): tudo isso vem do petróleo (e por isso são chamados derivados do petróleo – que é encontrado diretamente na natureza). Outro exemplo: o álcool é dito energia secundária, pois deriva da cana-de-açúcar, que também vem direto da natureza (energia primária).


No nosso planeta Terra há fontes de energia que “sempre” existirão (ao menos enquanto o mundo e nosso universo existirem). E outras energias que um dia vão acabar. As energias que “sempre” existirão são chamadas de “energia renovável” (porque elas estão sempre se renovando e “nunca” acabam), como, por exemplo, o sol, o vento etc. Você já ouviu alguém dizer: “Não gaste tanto o sol, menino, ele tá quase acabando!”? Ou já leram no jornal: “Porque a humanidade não tem economizado o vento, agora estamos quase sem ele.”? Mas todo mundo já ouviu falar pela televisão que o petróleo do mundo está acabando (por isso têm tantas guerras entre os países que ainda possuem muito petróleo e os países que têm poucas reversas de petróleo, mas que por serem grandes gastadores e desperdiçadores de energia querem tomar a energia dos outros a qualquer custo). Esse tipo de energia chama-se “energia não-renovável” porque um dia (mesmo que demore ainda muitos e muitos anos) vai acabar: como, por exemplo, o gás natural, o carvão mineral, o petróleo e seus derivados. Por quê?




Simples. O sol tá lá em cima e esperamos que continue ainda lá por milhões e milhões de anos, garantindo a vida aqui na Terra. Os ventos vão continuar existindo, a água, se cuidarmos bem dela, idem (porque ela vai e vem com os ciclos naturais das chuvas – o único perigo é acabarmos com a água potável, isto é, aquela que serve para beber, se continuarmos a produzir tanta poluição ambiental!). A combustão (o fogo) precisa do ar, e como sem ar ninguém vai conseguir viver, enquanto tivermos ar (e esperamos que ele “nunca acabe” ou fique irrespirável pela poluição) o fogo também haverá de existir. As plantas, que dão, por exemplo, o carvão natural, o álcool, etc., além da energia dos alimentos vegetais, de que nosso corpo tanto precisa, se continuarmos plantando e cuidando bem do solo, elas também vão “sempre” existir (porque são fontes de energia renovável). Mas o petróleo, por exemplo, é dito energia não-renovável porque foram necessários milhares e milhares de anos (desde a Pré-História) para ele se formar no fundo da terra e dos mares. E quando acabarmos com todas as reservas, vamos ter de esperar tanto tempo para Natureza fazê-lo de novo (se é que ela não esqueceu a "fórmula") que a humanidade talvez já nem esteja mais aqui sobre a Terra para usufruir.


O que podemos fazer então? Simples. Podemos pensar o planeta Terra como um organismo vivo, tudo deve funcionar harmoniosamente. Qualquer prejuízo de um lado pode causar muitos prejuízos de outro. Faz de conta que o planeta Terra é o nosso corpo. Se alguém cortar um pedaço do corpo ele não vai ter prejuízo? A vida fica bem mais complicada se a pessoa não tem uma mão, ou um braço, um olho ou uma perna... Se ela então perde um órgão importante, como, por exemplo, o coração, o pulmão ou o fígado? Fica ainda mais complicado. Pois terá que ter outro órgão transplantado para substituir aquele (ou viver presa a uma máquina). Ou esperar da Ciência outra solução. E sabe Deus se soluções serão encontradas a tempo! Agora, e se perder o cérebro? Vai morrer...


Assim é o nosso planeta. Se vamos gastando, tirando, cortando (amputando) sem pensar no que possa acontecer, vai chegar um momento em que teremos tirado o “coração” do mundo, ou, quem sabe, o seu “cérebro”! Já pensou? Não haverá mais mundo: Será o fim do mundo!


Por isso temos de preservar. Cuidar da Terra para diminuir os impactos ambientais (que são os prejuízos causados pela exploração insensata dos recursos naturais do planeta). Você sabe quais são os impactos ambientais? Muitos deles são falados todos os dias na TV: o buraco na camada de ozônio, as chuvas ácidas, o efeito estufa, a poluição das águas e dos solos, a extinção de espécies animais e vegetais etc. Tudo isso são “doenças” de nosso planeta. Nosso planeta está doente. Respira mal. Muito mal. E todos nós corremos risco de vida porque o planeta Terra é a nossa casa, melhor: É o nosso corpo! Se ele morrer (isto é, se acontecer um colapso ambiental total) todos nós morreremos juntos...


E não adianta só ficar rezando pra que esses impactos ambientais não levem nosso planeta à morte (ao colapso total e à nossa lamentável extinção)! É preciso cuidar do mundo e da natureza, se responsabilizar pelas reservas naturais, é preciso pensar, refletir, estudar, pesquisar o que se pode fazer para amenizar os “estragos” já feitos (pelas gerações anteriores) e evitar novos problemas. É preciso economizar as reservas de energias (sobretudo as não-renováveis) até que os humanos descubram como substituí-las por novas fontes. E isso pode demorar anos! Enquanto isso, é preciso usar o que já temos com parcimônia (pensando nas gerações futuras que, como nós, também, vão precisar delas), economizando e reciclando o que dá pra reciclar. Isso também tem um nome que sempre aparece na mídia (isto é, na TV, nas rádios, jornais, revistas...): CONSUMO SUSTENTÁVEL.



Viu como é fácil entender sobre toda esta “questão energética” que falam por aí? Assim, para resumir: buscar a sustentabilidade (consumo sustentável) é cuidar de preservar as fontes de energia, é zelar pela conservação das reservas naturais de nosso planeta, é usar os recursos naturais com responsabilidade, lembrando que as gerações futuras também precisarão delas como nós precisamos hoje. Afinal, não se pode confiar só na esperança tecnológica acreditando que os cientistas sempre vão “inventar” soluções pra todas os problemas. Tudo bem que eles são bastante inteligentes e persistentes em suas buscas; mas vai que “dá uma zebra”? É bom não arriscar... Como se diz no popular: “Se economizar não vai faltar”! “O prevenido nunca fica desprovido”! Buscar a sustentabilidade é ainda reduzir a produção de resíduos (lixo), reutilizando embalagens e encaminhando para reciclagem as coisas que são retornáveis. Investir na sustentabilidade de nosso planeta é pensar consciente e criar uma nova arte de viver para garantir um mundo que seja legal pra todos: hoje e no futuro!


profa. Imaculada Conceição M. Marins

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA(*)
CONPET: Livro do professor: Um sonho de Energia, PETROBRAS/Ministério de Minas e Energia


VÍDEO (TERRA MÃE) APRESENTADO NA FEIRA INTEGRADA 2007



INTERVENÇÃO NA FACHADA DA ESCOLA
(cada uma de minhas então sete turmas de artes visuais produziu - em grupos - as sete letras da palavra ENERGIA - pintura/colagens sobre TNT - foi escolhida uma letra da palavra por turma -, sendo todas costuradas verticalmente pelos alunos no dia da intervenção)












REFERÊNCIAS ARTÍSTICAS

CHRISTO

VOLPI

HÉLIO OITICICA



Postado por Imaculada Conceição