quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O CARRO DA SUSTENTABILIDADE: Oficina Itinerante de Fotografia do Prof. Eduardo



O professor Eduardo, do PET (Pólo de Educação para o Trabalho) Antenor Nascente, está com uma Oficina de Artes e Fotografia em nossa escola., E.M. Mario Piragibe.

Durante a I U.E.xpondo 6ª CRE 2012, ele apresentou os primeiros resultados de sua oficina: propostas de trabalhos levando em conta a questão da sustentabilidade (discutida este ano na Rio+20).

As palavras a seguir, postadas junto com as fotos, são do próprio prof. Eduardo...




TÍTULO:  O CARRO DA SUSTENTABILIDADE


O OBJETIVO DA EXPOSIÇÃO FOI O DE CRIAR UMA IMAGEM NA CARROCERIA DE UM CARRO QUE REPRESENTASSE A FILOSOFIA DA SUSTENTBILIDADE. 




SERIA UM CARRO SE LOCOMOVENDO PELA CIDADE ALERTANDO AS PESSOAS SOBRE A QUESTÃO DE SE REFLETIR E REPENSAR COMO ESTAMOS TRATANDO O PLANETA TERRA.






NO POLO ESSE TRABALHO FOI FEITO COM DESENHO , E NA MARIO PIRAGIBE FIZEMOS COM COLAGEM E DESENHO .








NOTAS:
(1) Blog do Prof. Eduardo: Oficina de Fotografiahttp://oficinadefotografiaartesvisuais1.blogspot.com.br/
(2) Blog PETAN (PET Antenor Nascente): http://petanrj.blogspot.com.br/


Postado por Imaculada Conceição M. Marins

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Comemoração do Dia do Professor 2012



No dia 24/10/2012, depois do Centro de Estudos, aconteceu o almoço de confraternização do Dia dos Professores! A seguir, alguns registros...







Postado por: Imaculada Conceição M. Marins

domingo, 1 de julho de 2012

Ainda no Clima da Rio+20. Um Texto para Refletir, de Leonardo Boff...


Insuficiências conceituais da Rio+20


O que espanta é que o documento final e o rascunho não mostram nenhum sentido de autocrítica. Não se perguntam por que chegamos à atual situação, nem percebem, claramente, o caráter sistêmico da crise. Aqui reside a fraqueza teórica e a insuficiência conceitual deste e, em geral, de outros documentos oficiais da ONU.


Leonardo Boff


Não corresponde à realidade dizer que a Rio+20 foi um sucesso. Pois não se chegou a nenhuma medida vinculante nem se criaram fundos para a erradicação da pobreza nem mecanismos para o controle do aquecimento global. Não se tomaram decisões para a efetivação do propósito da Conferência que era criar as condições para o “futuro que queremos”. É da lógica dos governos não admitirem fracassos. Mas nem por isso deixam de sê-lo. Dada a degradação geral de todos os serviços ecossistêmicos, não progredir significa regredir.


No fundo, afirma-se: se a crise se encontra no crescimento, então a solução se dá com mais crescimento ainda. Isso concretamente significa: mais uso dos bens e serviços da natureza o que acelera sua exaustão e mais pressão sobre os ecossistemas, já nos seus limites. Dados dos próprios organismos da ONU dão conta que de desde a Rio 92 houve uma perda de 12% da biodiversidade, 3 milhões de metros quadrados de florestas foram desmatados, 40% mais gases de efeito estufa foram emitidos e cerca da metade das reservas de pesca mundiais foram exauridas.


O que espanta é que o documento final e o rascunho não mostram nenhum sentido de autocrítica. Não se perguntam por que chegamos à atual situação, nem percebem, claramente, o caráter sistêmico da crise. Aqui reside a fraqueza teórica e a insuficiência conceitual deste e, em geral, de outros documentos oficiais da ONU. Elenquemos alguns pontos críticos.

Os que decidem continuam dentro do velho software cultural e social que coloca o ser humano numa posição adâmica: sobre a natureza como o seu dominador e explorador, razão fundamental da atual crise ecológica. Não entendem o ser humano como parte da natureza e responsável pelo destino comum. Não incorporaram a visão da nova cosmologia que vê a Terra como viva e o ser humano como a porção consciente e inteligente da própria Terra com a missão de cuidar dela e garantir-lhe sustentabilidade. Ela é vista tamsomente como um reservatório de recursos, sem inteligência e propósito.


Acolheram a “grande transformação”(Polanyi) ao anular a ética, marginalizar a política e instaurar como único eixo estruturador de toda a sociedade a economia; de uma economia de mercado passou-se a uma sociedade de mercado, descolando a economia real da economia financeira especulativa, esta comandando aquela. Confundiram desenvolvimento com crescimento, aquele como o conjunto de valores e condições que permitem o desabrochar da existência humana e este como mera produção de bens a serem comercializados no mercado e consumidos.

Entendem a sustentabilidade como a maneira de garantir a continuidade e a reprodução do mesmo, das instituições, das empresas e de outras instâncias, sem mudar sua lógica interna e sem questionar os impactos que causam sobre todos os serviços ecossistêmicos. São reféns de uma concepção antropocêntrica, quer dizer: todos os demais seres somente ganham sentido na medida em que se ordenam ao ser humano, desconhecendo a comunidade de vida, também gerada, como nós, pela Mãe Terra. Mantém uma relação utilitarista com todos os seres, negando-lhes valor intrínseco e por isso como sujeitos de respeito e de direitos, especialmente o planeta Terra.


Por considerar tudo pela ótica do econômico que se rege pela competição e não pela cooperação, aboliram a ética e a dimensão espiritual na reflexão sobre o estilo de vida, de produção e de consumo das sociedades. Sem ética e espiritualidade, nos fizemos bárbaros, insensíveis à paixão de milhões de milhões de famintos e miseráveis. Por isso impera radical individualismo, cada país buscando o seu bem particular por em cima do bem comum global, o que impede, nas Conferências da ONU, consensos e convergências na diversidade. E asssim, hilariantes e alienados, rumamos ao encontro de um abismo, cavado por nossa falta de razão sensível, de sabedoria e de sentido transcendente da existência.


Com estas insuficiências conceituais, jamais sairemos bem das crises que nos assolam. Este era o clamor da Cúpula dos Povos que apresentava alternativas de esperança. Na pior das hipóteses, a Terra poderá continuar mas sem nós. Que Deus não o permita, porque é “o soberano amante da vida” como atestam as Escrituras judaico-cristãs.

Leonardo Boff é teólogo e escritor.


Imagens: cenas das animações criadas nas aulas de artes visuais, ptofª Imaculada Conceição, turma 1802, sobre a Conferência Rio+20: http://artemariopiragibe.blogspot.com.br/2012/06/vinhetas-anunciando-rio20-alunos-da.html -
http://imaculadacon.blogspot.com.br/2012/06/no-clima-da-rio20.html


(*) Postado por Imaculada Conceição M. Marins [texto reproduzido da página de Carta Maior: http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=5662


terça-feira, 19 de junho de 2012

NO CLIMA DA RIO+20..."O Futuro que Queremos"

Vinhetas anunciando a Conferência Rio+20...
Realização dos alunos de nossa escola!

RIO+20 - O Futuro que Queremos (I)  

 RIO+20 - O Futuro que Queremos (II)



RIO+20 - O Futuro que Queremos (III)

 AINDA...

POLUIÇÃO, NÃO!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

NOSSA ESCOLA NO GREEN NATION FEST!



Olá! A Animação de nossos alunos da E.M. Mario Piragibe/6ªCRE, "Poluição, Não!", de 2010, foi aprovada no GREEN NATION FEST e está liberada para júri popular. Assistam (dura apenas um minuto - incluindo breve making off) e não deixem de votar! O link é: http://www.greennationfest.com.br/pt/obra/1359/Imaculada-Concei-o-Manh-es-Marins/POLUI-O-N-O

COMO VOTAR? Cliquem nas palavras a seguir (para entrar no site): "Green Nation Fest: 'Poluição, Não!'"; ao entrar, logo abaixo do vídeo, tem uma barra verde escrita: "vote nesta obra", ao clicar nela, aparece um espaço para colocar o nome (pode ser abreviado) e o e-mail, depois é só clicar na barrinha verde: "votar"! Aproveitem e visitem as outras obras concorrentes (pode-se votar em quantas obras quiser!)!

   
POLUIÇÃO, NÃO! (versão Green Nation Fest):
 Vídeo-animação, em stop-motion (recortes), com material reutilizado de outras animações feitas nas aulas de artes, realizado por alunos do ensino fundamental II da E.M. Mario Piragibe/6ªCRE-RJ (profª Imaculada Conceição), 2010. Extra: breve making off da oficina.

Pré-estreia de nosso Cineclube: CineMario

[postagem em construção]

VINHETA DO CINEMARIO
 

O espaço de nosso Cineclube, o CineMario, como foi batizado pelos alunos, ainda está sendo preparado, estamos também aguardando a chegada do acervo e dos equipamentos... Mas decidimos realizar logo nossa primeira exibição cinematográfica para a alegria de nossos alunos! Na pré-estreia, a exibição do filme "Um Menino Muito Maluquinho", para alunos do Fundamental I, e um divertido festival de pipocas!

PRÉ-ESTRÉIA: UM MENINO MUITO MALUQUINHO

No telão, a abertura de "Um Menino muito Maluquinho"

A pré-estreia do CineMario foi um sucesso!
Ainda estamos preparando o espaço para receber nossos alunos com mais conforto... 

Olhares atentos...

A alegria de participar...

Divertido festival de pipocas para acompanhar a exibição

Cena da vinheta do CineMario


REGISTROS FOTOGRÁFICOS DO WORKSHOP 
PARA A REALIZAÇÃO DA VINHETA


Registros fotográficos do workshop de Animação com os professores responsáveis pelo Projeto Cineclube nas Escolas na E.M. Mario Piragibe.



A vinheta do Cineclube da E.M. Mario Piragibe/6ªCRE-RJ (Projeto Cineclube nas Escolas/SME-RJ), "CineMario", foi realizada na técnica de animação em stop motion (com recortes), pelos professores representantes do projeto na escola, Imaculada Conceição (Artes), Leandro Salgueiro (PII), Letícia Aparício (Sala de Leitura), Loami Melo (Sala de Leitura), no workshop de animação ministrado pela professora Imaculada, como primeira atividade da proposta do curso online "Aulas Animadas", do Instituto Paramitas (criação de uma vídeodica cultural). As professoras Ana Paula Santana (PII), e Regina Célia dos Reis (Língua Portuguesa), também contribuíram com a proposta.






Postado por Imaculada Conceição M. Marins